quarta-feira, 28 de março de 2012

´Pastores recorrem até o diabo em guerra do "mercado" da fé

Veja, 25.03.2012.
Originalmente publicado em http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/o-diabo-entra-na-briga-entre-edir-macedo-e-valdemiro
Os hoje arqui-inimigos Edir Macedo, da Igreja Universal do Reino de Deus, e Valdemiro Santiago, da Igreja Mundial do Poder de Deus, convocaram o demônio para ajudá-los na batalha que travam pela alma e generosidade dos fiéis. Recentemente, em seu programa de TV, Macedo “interrogou” o diabo, que, supostamente encarnado em uma devota, “confessou” ter se instalado na igreja rival e ser o responsável pelas propaladas curas operadas por Valdemiro. As entrevistas com o demônio para difamar a concorrência passaram a ser recorrentes na programação da Rede Record. O chefe da Mundial, por sua vez, rebateu as acusações com outras de igual fineza: em seu programa no Canal 21, ele afirmou que o “câncer” de Macedo é obra do demônio. Na tréplica, Macedo levou sua médica à TV para atestar que não sofre da doença e ainda exibiu no programa Domingo Espetacular, da Rede Record, uma reportagem sobre a compra, por Valdemiro, de três fazendas avaliadas em 50 milhões de reais.
O acirramento da guerra dos pastores se dá num momento em que a Universal, de Macedo, perde fiéis e receita aos borbotões para a Mundial, de Valdemiro. Estima-se que, em catorze anos, o segundo tenha conquistado mais de 20% de seguidores do primeiro. Durante muito tempo, Valdemiro foi membro da cúpula da Universal. Preterido por Macedo na indicação para um posto de maior visibilidade na organização, ele rompeu com o chefe e fundou a sua própria igreja. Habilidoso, deu um passo atrás e resgatou o modelo primitivo que deu origem ao fenômeno da Universal: a luta contra Lúcifer e a promessa de curas e milagres de toda ordem — pilares que Macedo mais tarde substituiu pela “teologia da prosperidade”. Ao adotar essa estratégia,
Valdemiro passou a atender um nicho de fiéis que Macedo havia negligenciado com o amadurecimento do seu negócio, o público de menor poder aquisitivo e alta credulidade. Seus seguidores passam horas de pé em filas para poder tocar o seu corpo ou recolher um pouco de seu suor em toalhas ou pedaços de pano que são distribuídos na igreja. Valdemiro fomenta a crença de que sua transpiração tem o condão de realizar milagres.
Com os cofres recheados, Valdemiro passou a assediar os membros da Universal. Oferecendo salários e comissões mais altos que os pagos por Edir Macedo, ele atraiu prepostos do rival na Argentina, Inglaterra e em países africanos. Para profissionalizar seus negócios, canibalizou executivos da Record e do Banco Renner, controlado pela Igreja Universal. A riqueza que Valdemiro Santiago ostenta Macedo contabiliza como prejuízo. O estrangulamento de suas contas pela concorrência chegou a afetar as operações da Record e a atrasar salários na TV, como ocorreu no ano passado. O quadro de deterioração das finanças de Macedo se tornou ainda mais calamitoso com a penhora pela Justiça da sede da emissora no Rio de Janeiro para garantia do pagamento de dívidas da Universal do Reino de Deus.
A má fase não terminou aí. Em setembro, o Ministério Público denunciou Edir Macedo pelos crimes de estelionato, evasão de divisas, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica. Os procuradores o acusam de lavar no exterior o dízimo recebido pelos fiéis para depois despejá-lo nas contas da Record. Ao lançar suspeitas sobre a forma como Valdemiro adquiriu suas fazendas, Macedo quer mostrar que o ex-discípulo também dá suas trombadas com a lei. Valdemiro já esteve enroscado em outras diabruras.
Em 2003, o chefão da Mundial foi condenado a pagar cestas básicas por porte ilegal de armas. Ele foi flagrado em uma blitz com uma escopeta, duas carabinas e munição. Em 2010, três de seus pastores foram presos em Mato Grosso do Sul transportando sete fuzis M-15. Em depoimento à polícia, o motorista afirmou que o destino das armas era a cidade de Niterói, no Rio de Janeiro.
A crise desencadeada pela Mundial do Poder de Deus obrigou Macedo a redesenhar a administração de seu negócio. Uma das providências foi baixar as exigências para a abertura de novos templos. Antes, para abrir uma franquia, o pastor tinha de comprovar um potencial de arrecadação mínimo de 150 000 reais mensais, a ser atingido em seis meses. Agora, esse piso caiu para 50 000 reais. A comissão a que cada pastor tinha direito sobre o total arrecadado além da meta era originalmente de 10%. Macedo agora a dobrou. O que ele não abre mão é da eficiência. Os pastores que não cumprem as metas dentro do prazo contratado são transferidos ou perdem o comando da franquia.
Essa mudança, que aponta para uma capilarização da Universal, faz parte da estratégia de Macedo de substituir o modelo de construção de megatemplos pela pulverização de igrejas menores no país, de manutenção mais barata e mais próximas da casa dos fiéis. Com isso, ele espera baixar os seus custos de operação e evitar que outras ovelhas se desgarrem. Pastores e assessores próximos dos dois líderes afirmam que estes são apenas os primeiros movimentos de uma guerra sem previsão de fim.

Nota: Essa guerra mercadológica, que mistura religião com comércio de fiéis, é absurda porque é antibíblica. Folheie com sinceridade os evangelhos de Jesus Cristo e não encontrará esse tipo de direcionamento de Seu ministério que é evocado por líderes de diversos segmentos protestantes e pentecostais na atualidade. O que se leva em conta aí não parece ser a salvação espiritual das pessoas e nem a importância que elas têm para Deus, mas o quanto elas valem na balança financeira. Embora evidentemente as duas igrejas ajudem as pessoas, podemos nos perguntar com qual objetivo especificamente isso é feito. Seria porventura com o objetivo de que elas sejam fieis arrecadadoras depois, ou seja, multiplicadoras do conceito de mercantilização da fé para dar prosseguimento ao trabalho de crescimento puramente financeiro dessas organizações? Isso pode não ser ilegal, mas é imoral e antibíblico. Ou seja, há aí uma nítida contradição entre o que a Bíblia ensina e a maneira como se administram determinadas instituições religiosas.
Quem sai ganhando com essa guerra? Os membros por poderem transitar de uma igreja para a outra e ganhar em qualidade? Não necessariamente. Se uma e outra são iguais em essência administrativa, qual a diferença real entre elas? Algum ponto doutrinário? Provavelmente não.
Quem sai ganhando não é a comunidade religiosa, mas aqueles que se beneficiam economicamente do troca-troca de membros. A antiga desculpa dos custos de televisão estão começando a não "colar" mais, visto o patrimônio que alguns líderes têm produzido com toda essa arrecadação. Muito lamentável essa situação!

domingo, 29 de janeiro de 2012

Uma só igreja universal, um só governo mundial

Uma só igreja universal, um só governo mundial Em outras declarações, o ex-jesuíta Rivera indicou que a cortina de fumaça levantada para ocultar a relação do Vaticano com uma conspiração global, é parte de seu plano para estabelecer uma só igreja universal:
“... Os Illuminati, a Opus Dei, e os maçons são o braço armado do Vaticano. Através deles o Vaticano controla a riqueza do mundo. Habilmente, Roma vai ganhando por todas as partes aqueles que suspeitam de uma conspiração mundial. É uma tremenda cortina de fumaça para afastar a atenção do Vaticano. Isto explica porque tem sido publicados tantos livros expondo o comunismo, a Comissão Trilateral, o C.F.R., o Império Rockefeller, o Sionismo, os Illuminati, a Opus Dei, o Club de Roma, etc. A parte trágica é que a maioria dos escritores e seus seguidores estão cegos ao fato de que Roma tem criado a maioria destas organizações e as demais que se opõem. É um grande jogo” (Los Padrinos, p. 16, ênfase no original). “Muito poucos se dão conta de que Roma está secretamente unida com os Illuminati, a maçonaria, o comunismo, o sionismo e seus subsidiários para controlar o comércio e o banco mundial... O resultado claro: uma igreja e um governo mundial” (Jack T. Chick, La Cruz Doble, Chick Publ., p. 29). Toda esta união de forças são os instrumentos do Vaticano para promover o ecumenismo religioso para a Nova Ordem Mundial papal. [...] Em 1975 o Dr. Rivera indicou que esta obra de infiltração em todos os âmbitos (sociais, políticos, econômicos e religiosos) estava quase concluída: “Os protestantes deviam ser conquistados e usados para o benefício dos papas. Esta foi a proposta pessoal que Ignácio de Loyola fez ao Papa Paulo III, entre outras. Os jesuítas começaram de imediato a trabalhar secretamente infiltrando TODOS os grupos protestantes, incluindo suas famílias, lugares de trabalho, hospitais, escolas, colégios, etc. Atualmente [1975], os jesuítas quase completaram essa missão. De acordo com a Biblia, o poder da igreja local é posto nas mãos do Bom Pastor. Porém, os astutos jesuítas tem logrado através do tempo tirar das mãos o poder da sede denominacional e tem empurrado quase todas as denominações protestantes para os braços do Vaticano. Isto era exatamente o que Ignácio de Loyola estabeleceu para que se cumprisse: uma igreja universal e o fim do protestantismo” (Alberto Rivera, citado por Edmond Paris, The Secret History of the Jesuits, pp. 5,6, ênfase no original).
Quando foi concluída finalmente a submissão do protestantismo ao catolicismo romano por meio do movimento ecumênico? “O Dr. Rivera explica que estando sob o juramento dos jesuítas, foi-lhe dito que um sinal secreto seria dado aos jesuítas quando o movimento ecumênico houvesse acabado com o protestantismo, em preparação para a assinatura de uma concordata entre o Vaticano e os Estados Unidos. O sinal seria que um presidente [norte-americano] faria o juramento em frente a um obelisco. Pela primeira vez na historia dos Estados Unidos, a cerimônia de juramento foi mudada para o lado oeste do Capitólio, e o presidente Reagan fez o juramento em frente ao monumento de Washington.” (Newsweek, 26 de fevereiro de 1981, p. 32, citado por Chick, Los Padrinos, p. 26). [Foi no mandato do mesmo presidente Reagan que, posteriormente, os EUA estabeleceram relações diplomáticas com o Vaticano - algo impensável para os Pais Fundadores].

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

FILME A MENSAGEM IASD




FILME MOSTRA O INICIO DA IGREJA ADVENTISTA DO 7 DIA NO BRASIL, MUITO BOM FALE APENA ASSISTIR...

Dieta Adventista (dos Adventistas do Sétimo Dia) Parte 1




Programa da TSF "Mais Cedo ou Mais Tarde", por João Paulo Meneses.
20 de Maio de 2011, 15H00.
«Desde os anos de 1860 os Adventistas do Sétimo Dia têm praticado oito segredos de saúde que reduzem o seu risco de doença cardíaca e câncer as duas mais importantes causas de morte prematura. Ao manter esses dois assassinos encurralados, os Adventistas do Sétimo Dia desfrutam melhor saúde e vida mais longa do que a população em geral».
Embora em rigor não haja apenas uma Dieta Adventista, vamos conhecer os seus princípios fundamentais e ouvir falar nos benefícios que dela resultam (menor mortalidade, maior longevidade, sobretudo a partir do caso de Loma Linda, na Califórnia).
É nosso convidado Emanuel Gomes Esteves, especialista em Medicina Geral e Familiar, com formação pós-graduada, nomeadamente, em Nutrição Vegetariana. Ele é director do Departamento de Saúde e Temperança da União Portuguesa dos Adventistas do 7º Dia.

Logevidade e Saude Adventista

Dicas de Saúde 01